Gerenciamento e operação de redes1 / 5
Um provedor de serviços expõe uma aplicação por meio de um serviço de endpoint do PrivateLink apoiado por um Network Load Balancer habilitado em apenas uma zona de disponibilidade. Para melhorar a disponibilidade dos consumidores que usam nomes DNS zonais, sem implantar targets em zonas adicionais de imediato, o provedor habilita o cross-zone load balancing no NLB. Qual trade-off o provedor precisa considerar?
CorretoIncorreto
Alex
Por padrão, um Network Load Balancer mantém o tráfego dentro da zona de disponibilidade em que ele foi recebido (cross-zone desabilitado), o que evita cobranças entre AZs, mas significa que um consumidor usando um hostname zonal só alcança os targets daquela única zona. Habilitar o cross-zone load balancing faz o NLB distribuir as requisições para targets saudáveis em todas as zonas habilitadas, melhorando a disponibilidade quando o provedor tem cobertura zonal limitada. O trade-off documentado é o custo: nos NLBs, habilitar o cross-zone load balancing faz com que cobranças de transferência de dados entre AZs se apliquem ao tráfego que cruza zonas. A melhor prática recomendada para serviços de endpoint do PrivateLink continua sendo habilitar o NLB em pelo menos duas zonas de disponibilidade, com targets em cada uma, mas o cross-zone load balancing é uma alternativa aceitável com essa consideração de custo. Dica de prova: cross-zone no NLB significa mais disponibilidade, porém com cobranças de transferência de dados entre AZs - esse detalhe de custo é cobrado com frequência.
Fontedocs.aws.amazon.com
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