Sete áreas sustentam o exame, e os pesos publicados mostram onde vale gastar a noite de estudo. O trabalho de diretório é o maior, de um quinto a um quarto: domain controllers dos dois lados da linha híbrida, réplicas somente leitura e a segurança das contas em volta delas, os papéis de mestre único, trusts entre sites, domínios e florestas, topologias de replicação, principals e service accounts, e tudo o que a Group Policy entrega.
Storage com file services e a área de monitoramento e troubleshooting vêm em seguida, cada uma com cerca de um sexto. Storage vai dos Azure file shares e da sincronização de arquivos, incluindo as migrações que saem do DFS e dos compartilhamentos clássicos, passa pelo gerenciamento de recursos e pelos namespaces no próprio servidor e chega aos discos, pools de armazenamento resilientes, replicação em nível de bloco, deduplicação, transferências RDMA, quality of service, ReFS versus NTFS, targets iSCSI e criptografia de volumes. Monitoramento e troubleshooting junta as ferramentas de observação (contadores de desempenho, collector sets, insights, logs de eventos, regras de coleta na nuvem e alertas) com o trabalho de reparo: nomes que não resolvem, atualizações que não instalam, relógios que saem do compasso, extensões que falham, volumes criptografados que não abrem e um diretório que precisa da lixeira, de um boot em modo de restauração, de um volume de sistema reconstruído ou de um conserto no Kerberos e na confiança de conta de máquina.
As outras quatro áreas dividem o terço final de forma mais ou menos igual. Gerenciamento de instâncias híbridas é administração remota feita direito: o console no navegador rodando localmente e de dentro do portal do Azure, remoting com o problema do double hop resolvido e endpoints restritos, secure shell, remote desktop. Some-se a isso os serviços do Azure que alcançam máquinas físicas: onboarding no Arc, configuração via Arc, extensões empurradas para máquinas que não rodam no Azure, aplicação de patches e runbooks. Máquinas virtuais cobrem o host do hipervisor e seus guests (modo de sessão, consoles diretos, aninhamento, memória, componentes de integração, pass-through de hardware, compartilhamento de GPU, checkpoints, discos virtuais, switches, teaming de adaptadores, replicação, clustering de guest) e a mesma frota depois que ela passa a viver no Azure. Networking é resolução de nomes e endereçamento: zonas e registros integrados ao diretório, forwarders, resolução atravessando a fronteira híbrida, políticas de resolução, zonas assinadas e o serviço de concessão de endereços com seus escopos, reservas e failover. Segurança endurece duas camadas. O sistema operacional, com mitigação de exploits, lista de permissão de aplicativos, isolamento de credenciais, checagem de reputação, configurações entregues por política, uma ferramenta de baseline, senhas de administrador local gerenciadas, proteção de servidor e firewall. E o diretório, com política de senhas, proteção de senha apoiada na nuvem, contas protegidas, controladores endurecidos e com acesso restrito, opções de conta e de grupos administrativos, delegação e os próprios protocolos de autenticação.