Topic 105: Shells and Shell Scripting13%Dois objetivos de peso igual e, entre eles, a habilidade mais transferível da prova toda. O primeiro é o ambiente em que um login realmente cai: quais arquivos de profile e rc rodam em que ordem, como variáveis, aliases e funções são definidos e exportados, e quais skeleton files entregam os padrões a um usuário novo. O segundo é escrever Bash que sobrevive: condicionais e laços, códigos de saída e test, substituição de comando, argumentos e shebangs, carregar um script dentro de outro com source, e saber que um script só serve para alguma coisa depois de estar executável e em um caminho sensato.
≈ 8 h Topic 106: User Interfaces and Desktops7%O menor bloco da prova, quatro dos sessenta pontos de peso, e mais reconhecimento do que configuração. Instalar e configurar o X11 e seu display manager, depois identificar os principais ambientes de desktop (KDE, GNOME, Xfce) e os protocolos que levam uma sessão remota, X11 e Wayland entre eles. O terceiro objetivo é acessibilidade, e é pura memória: as tecnologias assistivas que um desktop Linux traz (sticky keys e slow keys, leitores de tela, ampliadores, teclados na tela, temas de alto contraste e de letra grande) e para que cada uma serve.
≈ 4 h Topic 107: Administrative Tasks20%O trabalho recorrente de manter uma máquina multiusuário no ar. Contas e grupos primeiro: adicionar, remover, suspender e alterar, além de ler os arquivos por trás dos comandos, /etc/passwd, /etc/shadow, /etc/group e o diretório skeleton. Depois o agendamento: cron em todas as suas formas, at para tarefas pontuais, timers do systemd como equivalente moderno, e os arquivos de acesso que decidem quem pode agendar qualquer coisa. O bloco fecha em localização, com fusos horários, configurações de locale e de codificação de caracteres e conversão entre codificações, que é justamente o objetivo que os candidatos pulam e depois encontram numa questão.
≈ 12 h Topic 108: Essential System Services20%Quatro serviços que todo administrador herda. Manter o relógio certo, incluindo o relógio de hardware e a sincronização por NTP, porque metade dos mistérios de autenticação ou de log é o relógio. Log do sistema, o que nesta prova significa configuração do rsyslog, rotação de logs e o journal do systemd lado a lado. Transferência de e-mail em nível básico: reconhecer os MTAs comuns, forwarding e aliases, o suficiente para redirecionar mensagens, não para administrar um servidor de e-mail. E impressão via CUPS com os comandos compatíveis com LPD que sobreviveram: filas, jobs e a configuração por trás deles.
≈ 12 h Topic 109: Networking Fundamentals23%O bloco mais pesado desta prova, quatorze dos sessenta pontos de peso. Ele abre na teoria, com endereçamento IPv4 e IPv6, subnetting, a diferença que TCP, UDP e ICMP fazem e as portas e serviços comuns, e depois vai para configurar uma interface de um jeito que sobreviva a um reboot, tanto com os comandos antigos do net-tools quanto com o conjunto moderno do iproute2. Troubleshooting é um objetivo próprio e é tratado de forma prática: descobrir onde o caminho quebra e qual ferramenta te conta isso. Fecha em DNS no lado cliente, com /etc/resolv.conf, /etc/hosts, nsswitch e as ferramentas de resolução, que é onde mora uma parcela surpreendente dos “a rede caiu”.
≈ 14 h Topic 110: Security17%Segurança no nível que se espera de um administrador de sistemas, não de um especialista. Revisar a configuração em busca das exposições óbvias, como arquivos com setuid, portas abertas e contas que não deveriam existir, e usar sudo em vez de uma senha de root compartilhada. Depois vem o hardening do host: desligar serviços que não precisam rodar, shadow passwords, limites de recursos por usuário e os arquivos de controle de acesso. O maior objetivo do bloco é criptografia no uso diário: configuração do cliente OpenSSH, host keys e o papel que elas cumprem, túneis de porta e de X11, e GnuPG para cifrar, assinar, verificar e revogar.
≈ 10 h